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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Palavras da Vida

          


         Permita-me apresentar. Sou a vida. Aquela que coloca medo em quase tudo que fazes. Não me leve a mal, apenas faço isso para que assim, tu tenhas um pouco de receio que as coisas deem errado e tu te esforces ao máximo para que nada aconteça. Mas também sou aquela que coloca a coragem, assim tu tens como andar em frente. Tu tens como alcançar teus objetivos. Sou aquela que coloca o mal no mundo, não para ver as pessoas sofrerem, mas para que existam pessoas como tu; pessoas boas, que amem o próximo. Mas também sou quem coloca a felicidade, isso, aquela que todos procuram, mas pouco a encontram de verdade.
Sou aquela que te dá o amor, carinho pelo próximo, sou aquela que te da esperança e fé.        

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Entre Sorrisos e Lágrimas

Ela era normal
De um jeito todo especial
Sorria e ria
Com quem feliz vivia.

Em asa chegava
E na cama se atirava
E em meio a suas lágimas 
Ali ficava.

Ninguém via
Ninguém sabia
O que ali
Se escondia

A Vida Dela

Sua vida era um poema
Sem rima
Linhas e mais linhas
Compondo uma história.

Sua vida era uma música
Sem sentido
Estrofes e mais estrofes
Que expressam emoções.

O Mágico De Oz

       "Foi um sofrimento horrível
mas durante o ano que passei
imobilizado pude compreender uma verdade.
        De tudo que perdi, era o coração que
mais me causava falta. Ninguém pode amar sem um coração."
       
                                              - O Mágico de Oz

Amor à Medicina

         

               Não sou médica. Nunca salvei uma vida. Não sei qual é o tamanho da graciosidade de tal ato. Mas hoje vivi aqueles momentos únicos. Aqueles que tu sabes que nunca viveu, aqueles que tu sabes que nunca viverá de novo. Um daqueles momentos que te faz ter certeza do que tu queres para teu futuro. Que te faz ter certeza do motivo pelo qual viestes ao mundo.
             Pela primeira vez junto a um clube onde sou voluntária entrei no hospital. Aquele dia seria como qualquer outro. Dia de campanha. Dar o doce, fazer uma carícia na mão de quem ali se encontra com a saúde debilitada, sair pela porta do quarto, entrar em outra e assim continuar até que o último quarto receba a bondade de nossas visitas.